
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Fada do Coração
Do Monte Verde, do seu cume,
Ouve-se o rugir dos tambores;
Saem de lá, do clarão do lume,
Notas e gemidos de vozes tribais,
Vêm embriagados, loucos e às cores
Desenhar cabeças, braços e patas
Na água da Baía das Gatas.
São Deuses, homens e animais,
Que criam e moldam o teu corpo.
Quando danças, são deles os sinais
Que, embriagados, loucos e às cores,
Saltam do teu dançar ardente e tropo.
E vais abaixo, e a cima vais voltar,
Serpenteando o meu sorriso e olhar.
Na areia branca de S. Vicente,
Foi colhida a doce flor do teu nome,
E plantada no coração demente
Destes olhos embriagados, loucos e às cores,
Que, inquietos e sedentos de fome,
Procuram a tua pele bronzeada,
Os teus cabelos e olhos de fada.
Eis que me avistas perdido no mar
Da minha infinita paixão.
Lanças-me algo para me agarrar:
Sonhos embriagados, loucos e às cores.
E me dás, sorrindo, a tua mão
Para que possamos os dois ser
Uma estrela que nunca se vai perder.
Ouve-se o rugir dos tambores;
Saem de lá, do clarão do lume,
Notas e gemidos de vozes tribais,
Vêm embriagados, loucos e às cores
Desenhar cabeças, braços e patas
Na água da Baía das Gatas.
São Deuses, homens e animais,
Que criam e moldam o teu corpo.
Quando danças, são deles os sinais
Que, embriagados, loucos e às cores,
Saltam do teu dançar ardente e tropo.
E vais abaixo, e a cima vais voltar,
Serpenteando o meu sorriso e olhar.
Na areia branca de S. Vicente,
Foi colhida a doce flor do teu nome,
E plantada no coração demente
Destes olhos embriagados, loucos e às cores,
Que, inquietos e sedentos de fome,
Procuram a tua pele bronzeada,
Os teus cabelos e olhos de fada.
Eis que me avistas perdido no mar
Da minha infinita paixão.
Lanças-me algo para me agarrar:
Sonhos embriagados, loucos e às cores.
E me dás, sorrindo, a tua mão
Para que possamos os dois ser
Uma estrela que nunca se vai perder.
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